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Pedal patagônico: Trecho 1.3 – Villa Tehuelches –> Punta Arenas

23/01/2016

No dia 3 de janeiro, domingo, despertamos às 4:45 da manhã (os franceses levantaram às 5 h) e levantamos acampamento. Às 6 h, com o sol já subindo no horizonte, partimos os quatro rumo a Punta Arenas. Como previsto, so franceses logo abriram distância e suiram no horizonte, mas pedalar na rodovia vazia e sem vento foi bem legal e proporcionou fotos bastante bonitas, como essa:

"Riding into the world, all alone"

“Riding into the world, all alone”

Nossa ideia era fazer uma parada em Gobernador Philips, a 50 km, onde nos disseram que havia um posto de gasolina e uma lanchonete. De fato, havia um posto de gasolina no caminho, mas desativado, a lanchonete estava fechada. Quando batemos na porta, fomos saudados por dois cachorros, um grande e um pequeno, com cara de poucos amigos, e uma ovelha. Resolvemos nos afastar e procuramos abrigo em outro ponto de ônibus, este bem menor do que aquele em que dormimos. Comemos nossos sanduíches e seguimos viagem.

P'roximos a Punta Arenas

Próximos a Punta Arenas

Nessa parte do trajeto, a rodovia volta para o nível do mar e costeia o oceano Atlântico. Ela vira uma reta que, junto com a paisagem um tanto quanto monótona, chega a dar sono. Assim fomos vencendo os quilômetros que nos separavam de Punta Arenas. Numa placa a 22 km da cidade, descobrimos que estávamos no Circuito Aonikenk (aonikenk era como os tehuelches se chamavam em sua própria língua e significa algo como ‘povo do sul’ ou ‘homens do sul’, que é o mesmo significado de tehuelche, só que este em mapuche).

 

Descansando antes de chegar

Descansando antes de chegar

Já dentro dos limites da cidade e cansados, fomos “brindados” com uma série de subidas e descidas na forma de viadutos. A essa altura, já havíamos percorrido mais de 90 km e aproveitamos para dar uma descansada nos pontos de ônibus novamente. Lá pelas 13 h, finalmente chegamos à rua Zenteno, onde fica o Hostal Kloketen. Foi um pouco confuso, porque o albergue fica no número 626, mas a rua começava no 400 e muito e ia diminuindo. Perguntamos a alguma spessoas, mas so resolvemos quando ligamos para o Kloketen e a Silvana nos disse que ficavam perto de uma cervejaria. Descobrimos que os números diminuiam e começavam a subir de novo. Como chegamos com dois dias de antecedência, Silvana não tinha lugar para nós, mas conseguiu um quarto numa outra hospedaria, a Karol, onde ficamos.

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