Capas de HQ para campanhas de RPG

Já tinha me aventurado a criar uma capa de HQ fictícia para uma campanha de RPG minha. Na verdade, criei duas, mas depois não fiz nada. Só que recentemente, entrei em dois jogos tipo play-by-post (por meio de postagens em forum) na RPGnet: um com os X-Men e outros com os Filhos da Meia-noite (Midnight Sons). Fiquei tão empolgado que resolvi criar capas para eles, que vocês podem ver abaixo.

I have created a fictitious comic book cover for an RPG campaign of mine before. Actually, I have created two, but after that I didn’t do anything else. Recently, however, I have joined two play-by-post games at RPGnet: one with the X-Men and another with the Midnight Sons. I was so psyched, I created covers for them, which you can see below.

Capa do jogo dos X-Men

Capa do jogo Midnight Sons

Superarrogância/Superarrogance

O Almanaque de Super-Herois 1980 da EBAL trazia uma história que, pra mim, era o máximo: Super-Homem e Capitão Marvel (meu preferido, na época) se digladiando, sendo que cada um vinha de uma realidade diferente, Terra-1 e Terra-S, respectivamente. Essa história se passa antes da Crise nas Infinitas Terras, ou seja, os níveis de poderes eram muito maiores (se você acha o Super-Homem ridículo de poderoso hoje, espera até ver como era antes de 1986).

Na história, ambos os heróis são manipulados mentalmente para atacarem um ao outro. No meio do embate, aparece um dos detalhes que marcou essa HQ pra mim — uma fala do Super-Homem que é uma das coisas mais arrogantes que li numa história de super-heróis, digna do site Superdickery. Pode-se argumentar que isso foi resultado da manipulação mental, mas a função dela era fazer o Super lutar com o Marvel, não contar vantagem. Minha teoria é que o Super-Homem sempre foi arrogante, mas escondia bem até esse momento. Vide os primeiros 40 segundos essa cena de Superman – O Retorno.

Você não tá enganando ninguém, Kal-El.

Infelizmente, não achei uma imagem da página específica em português, por isso estou postando a versão em inglês com a tradução abaixo:

“Posso aguentar o impacto de uma bomba nuclear, já mergulhei nas profundezas de um sol que se tornava uma nova, lutei com criaturas grandes o suficiente para devorar planetas inteiros! E você está tentando me bater com um punhado de tijolos? Que ridículo!!!”

All-New Collectors’ Edition n° 58 (1978) tells an awesome story: Superman and Capitain Marvel (my favorite at the time) battling each other, with the added bonus that each comes from a different reality, Earth-1 and Earth-S, respectivelly. This is a pre-Crisis story, so the power levels are significantly higher if you think Superman is ridiculously powerful now, wait till you see what he looked like before 1986).

In this comic book, both heroes have been mentally manipulated to attack each other. In the middle of the fight, one of the details that made this story so memorable to me shows up — Superman says one of the most arrogant things I have ever seen in a super-hero comic book, worth of being spotlighted at Superdickery. It could be suggested that this line is a result of the mental shenanigans, but their function was making Supes fight Marvel, not brag about himself. My theory is that Superman was always arrogant, but hid it well until that point. The first 40 seconds of this scene from Superman Returns seem to back this up.

You’re not fooling anyone, Kal-El.

 

A Bicicleta Púrpura/The Purple Bike

Ontem à noite, dia 3 de maio de 2017, um taxista me atropelou quando eu voltava de um pedal. Sua roda prendeu meu pé e, por angustiantes segundos, achei que ele estilhaçaria meu tornozelo. No final, escapei com um escoriação feia, um edema, um corte e abrasões.

Esse foi o meu terceiro acidente sério envolvendo carros (sem contar finos, fechadas etc.) desde que comecei a usar a bicicleta como modal de transporte urbano em 1998. Um amigo que é ciclista recente já levou uma portada de um passageiro que saía de seu Uber e teve que engessar o braço.

Pensei no número de ciclistas que já devem ter passado por isso, mas cujas experiências não necessariamente são visíveis (se é que viram estatísticas) e me lembrei de uma condecoração norte-americana, o Purple Heart, agraciada a soldados que são feridos ou mortos em combate.

Por que não termos uma Purple Bike ou Bicicleta (ou Bike) Púrpura?

A ideia é ter um símbolo que quantifique o número de acidentes sérios nos quais o ciclista foi vítima. Por exemplo, eu teria três Bicicletas Púrpuras. Seria mais uma maneira de dar visibilidade ao perigo que aqueles que usam a bicicleta nas ruas brasileiras estão submetidos.

Só para deixar claro, não é para ser uma homenagem à imprudência, uma medalha de guerra ao carro ou um símbolo de mérito a sua indestrutibilidade. A ideia é outra, mais positiva.

Como não sou designer ou artista gráfico, improvisei duas versões usando imagens de domínio público. A primeira é mais fiel à inspiração original, mas é meio estranho chamá-la de Bicicleta Púrpura, já que a bike é branca. Na segunda, a bicicleta é da cor apropriada, no entanto o desenho não chama tanta atenção.

Deixo os arquivos psd e png disponíveis para quem quiser melhorar a ideia. Usem e abusem.

E que nenhum ciclista, daqui por diante, ganhe uma Bicicleta Púrpura!

 

 

 

Bike Púrpura, versão 1
Bike Púrpura, versão 1
Bike Púrpura, versão 2
Bike Púrpura, versão 2

Versão 1 – psd

Versão 2 – psd

Rookie Green: capa do número 1

Capa do Rookie Green #1A campanha de RPG Rookie Green está indo de vento em popa. Os jogadores esão empolgados e eu também. Tanto é, que fiz uma capa falsa para o que seria o número 1 da nossa revista em quadrinhos, caso ela existisse. O design dos PCs (em primeiro plano) foi feito pelo Paulino Soares, um dos jogadores, seguindo instruções dos outros participantes da campanha outros jogadores. Depois, fiz um ajustes no Photoshop.

Dois deles foram feitos no Fábrica de Heróis, o Allak Rolek zu (o primeiro da esquerda para direita) e o Scynax (o de cabeça de sapo). En Taro Adun é um protosds do jogo Starcraft e Yiktalik e o Grey Matter do Ben 10. Os Lanternas em segundo plano são de vários artistas do DeviantArt.

Suck my megasmasher, zoabyotch!!!

Acabei de receber o action figure (é bonequinho mesmo) do Guyver e um amigo meu ficou com muita inveja, então resolvi usar o boneco para fazer uma mensagem especial para ele (o brilho do megasmasher e a mão mal criada foram feitos com Photoshop).

Guyver dizendo Suck my megasmasher, zoabyotch!!!

Missão cumprida

A propagação da espécie é um imperativo de todos os seres vivos na Terra. Mas ela não precisa ficar restrita ao nível biológico — grupos culturais também podem ter o desejo de continuação. Como sou nerd, nada mais natural do que querer que os meus descendentes também o sejam. ;] Como ainda não reproduzi, a coisa mais próxima que tenho é o meu sobrinho, Luca. E no quesito ‘nerdificação da próxima geração’ posso dizer ‘missão cumprida’! :] Após transformar o Homem-Aranha em um dos super-heróis favoritos dele (com ajuda da mídia, obviamente), parti para outra etapa: Guerra nas Estrelas. O Luca é esse youngling Jedi aí embaixo.

Luca Skywalker
Luca Skywalker

Ele bem que honrou o nome da ordem….

Mas como vocês podem ver na foto abaixo, acabou cedendo ao Lado Negro da Força (para infelicidade do fantasma do Qui-Gon Jinn, no fundo). Fazer o quê? Próxima parada: Jornada nas Estrelas (mas não a do J.J. Abrams ;])

Venha para o Lado Negro da Força
Venha para o Lado Negro da Força

Starling

Starling
Starling

Além de jogar RPG cara a cara, também participo de alguns jogos (conhecidos como play by forum ou play by post) na RPG.net. No último que entrei, The Legion of Extra-Ordinary Heroes, que utiliza o Truth & Justice, fiz um personagem, o Starling, que voa pelo espaço. Até aí nada demais, só que na hora de fazer a imagem do personagem, consegui obter o efeito que desejava e fiquei muito feliz com isso. Montei o Starling (a imagem ao lado) com o Fábrica de Heróis e depois fiz alguns ajustes no Photoshop. Fiquei especialmente feliz com o efeito de espaço, obtido em boa parte com o filtro Lens Flare. Quem quiser, pode ver a ficha dele. A história do personagem (em inglês) é essa:

Founded in the early days of Earth’s colonization wave, Ritulia (later named First World) was settled by a cult-like order that worshipped normalization and considered distinctiveness abhorrent. Citizens had numbers, not names; there were standard uniforms and haircuts; jobs were assigned according to computer-analyzed needs without factoring inborn talents or aptitudes. Individuality was crushed at every opportunity. Citizen #3348756938 soon realized he was different – despite all the programming, he couldn’t bring himself to function like that. He pretended to follow the herd, but found ways to cultivate his “differences” secretly. He would often gaze at the stars in hope that one day he could travel between them. One day, when he was 16, 3348756938 was traveling to Fifth City and his automated car crashed. Disoriented, he wandered into the woods and witnessed an alien probe falling from the sky. Investigating it, he was bathed by the probe’s last burst of energy, which transformed him physically and made his greatest dream come true. Starling, as he called himself, left Ritulia to promote freedom and difference and never looked back.

Telepresença no RPG

Um dos meus amigos com quem jogo RPG foi obrigado a ficar em casa na noite da jogatina depois que o seu filho fissurou o pé ou algo parecido. A sede do RPG , no entanto, foi mais forte e o “ludoadito” marcou presenca virtual na mesa de jogo, conforme mostra a foto abaixo. Usamos o Skype para visualização e a coisa funcionou bem (English-speakers, check the RPG.net thread about this). Veja o que ele diz:

Foi bem legal mas com alguns problemas. Pontos altos: telepresença é cool; muito cômodo, me poupando 1h:30min de translado ida e volta. Pontos baixos: não rolava os dados (será que isso foi ruim mesmo??!); eu só via o André e o Rodrigo, parte do Fred e do Gondim, e os dedos do Nei; perdi a promoção de 3a da Domino’s; quando todos falavam eu simplesmente não escutava nada e ligaram uma tv na sala que gerava mais tráfego de áudio, piorando tudo. Talvez fosse uma problema de lagura de banda do Skype.


Vista nova

Um garoto de Ipanema desde que nasci, finalmente saí de abraço ensolarado daquele bairro para ser acolhido pela vastidão verde do Jardim Botânico. Estou morando com a Sandra, minha mulher, às sombras da efígie pétrea do deus cristão, como vocês podem ver pelas fotos abaixo. O nosso ninho de amor, e não uso a palavra ‘nino’ metaforicamente — moramos num conjugado –, está ficando bem legal. Acho que essa temporada botânica vai ser enriquecedora e uma ótima preparação para as futuras estadas em outras partes da cidade, de preferência, mais próximas do mar, meu eterno companheiro. :]

Vista do apê no JB 1Vista do apê no JB 1

Lua minguante

Sempre achei fascinante tirar fotos da Lua, mas geralmente as máquinas que eu usava — junto com a minha falta de habilidade — produziam pequenos borrões amarelos em vez de gloriosas luas cheias. Com o advento das Single Lens Reflex digitais (dSLR) tudo mudou. Eu podia experimentar com os ajustes da câmera e ver o resultado instantaneamente. Foi assim que consegui a foto abaixo (com uma pequena ajuda do filtro de nitidez do Photoshop). Usei uma Digital Rebel XT da Canon com lente 80-200 mm no zoom máximo. Os outros parâmetros posto mais tarde.

Lua minguante