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Superseeds #71: Carioca Cards: Reshuffle, part 2

30/12/2016

Carioca Cards: Reshuffle, part 2 é o septuagésimo-primeiro artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, estendo a história do Rio de Janeiro da série Wild Cards até 2010 .

Carioca Cards: Reshuffle, part 2 is the seventieth-first installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I extend the history of Wild Cards Rio de Janeiro up to 2010.

Forcebound: Star Wars by way of Godbound

08/12/2016

Tenho o estranho hábito de adaptar sistemas de RPG dos quais gosto para mestrar Guerra nas Estrelas. Fiz isso com o Unisystem e o PDQ, e agora também fiz com o jogo mais recente do Kevin Crawford. Forcebound foi montado de maneira abrupta ao longo de dois dias, por isso não espere encontras dicas inovadoras de conversão ou escolhas inspiradas de design (se você encontrar, cubra-me com elogios; de preferência, de maneira pública). Não há nada aqui que qualquer outro não pudesse ter feito se tivesse se dedicado à tarefa. A ideia era tornar minha vida, e a de meus colegas GMs, mais fácil, caso quiséssemos mestrar Guerra nas Estrelas com o sistema de Godbound. Claro, seria só uma questão de ler o livro e escolher o que você queria, mas isso comeria tempo da sessão de jogo. Agora que alguém já fez a maior parte do trabalho preliminar, você e sesu amigos podem ir direto pro jogo.

Não entendo muito de mecânica e também não sou muito lá essas coisas em relação a equilíbrio. Além disso, esse material não testado em jogo. Então é provável que você ache algumas das minhas soluções, vamos dizer assim, inelegantes (“quick and dirty”, algo como “gambiarra”, é usado frequentemente no texto). A ficha das naves, por exemplo, é um tópico que poderia ser melhorado bastante. Mas tá tranquilo. Se você achar que há uma maneira melhor de fazer algo, use-a, mas me conta pra eu poder incluir sua solução em futuras iterações de Forcebound. Quero publicar essas novas versões, expandindo as notas para incluir adaptações verdadeiras, em vez de apenas dar novos nomes pras coisas. Contudo, não sei quando terei tempo. Certamente, poderia usar qualquer ajuda… (piscadela)

É isso. Dê uma olhada em Forcebound, critique, sugira, use o que quiser e divirta-se!

Finalmente, parabéns ao Kevin Crawford por ter criado um excelente jogo.

I have this weird habit of adapting RPG systems that I like to run Star Wars. I did it with Unisystem and PDQ, and now I have done it with Kevin Crawford’s most recent game. Forcebound was haphazardly put together in the course of two days, so don’t expect to find highly innovative conversion notes or inspired design choices here (if you do, shower me with praise, though; preferably, in a very public way). There’s nothing here that anyone else couldn’t do if they dedicated themselves to the task. The idea was to make my life, and those of my fellow GMs, easy, in case we ever wanted to run Star Wars with Godbound’s system. Sure, it would be just a question of going through the book and picking what you wanted, but that would take time from the session. Now that someone has done most of the preliminary work, you and your friends can jump straight into the game.

I’m not much of a mechanics guy and don’t have a very sharp eye for balance either. Also, none of this stuff has been playtested. So it’s probable you will find some of my solutions not to be, let’s say, elegant (“quick and dirty” appears often in the text). Starship stats, for example, seem to be a topic that can be much improved. And that’s OK. If you think there’s a better way to do something, use that, but tell me about it so I may include your solution in future iterations of Forcebound. I do intend to put those out, expanding the notes to include true adaptations, instead of just renaming things. I don’t know when I’ll have the time, though. I sure could use some help… (wink, wink)

That’s it. Take a look at Forcebound, criticize, suggest, use what you like, and have fun!

Finally, kudos to Kevin Crawford for creating such a nice little game.

Superseeds #70: Carioca Cards: Reshuffle, part 1

15/11/2016

Carioca Cards: Reshuffle, part 1 é o septuagésimo artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, retorno ao Rio de Janeiro da série Wild Cards.

Carioca Cards: Reshuffle, part 1 is the seventieth installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I return to Wild Cards Rio de Janeiro.

Superseeds #69: The Trophy Room, part 3

25/10/2016

The Trophy Room, part 3 é o sexagésimo-nono artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, termino a série inspirada por The Lost Room.

The Trophy Room, part 3 is the sixtieth-ninth installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I finish the series inspired by The Lost Room.

Superseeds #68: The Trophy Room, part 2

23/09/2016

The Trophy Room, part 2 é o sexagésimo-oitavo artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, continuo falando sobre a campanha inspirada pela minissérie The Lost Room.

The Trophy Room, part 2 is the sixtieth-eigth installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I keep talking about the campaign inspired by The Lost Room miniseries.

Pedal patagônico: Trecho 3.1 – Rio Grande –> Tolhuin

15/09/2016
Orla de Rio Grande

Orla de Rio Grande

A ideia original era apenas pernoitar em Rio Grande, mas, dado o perrengue do dia anterior, achamos melhor descansar um dia. Aproveitamos para conhecer um pouco a cidade e resolver pequenas coisas, como a lavar roupa, ir ao supermercado repor nosso estoque e levar a bicicleta do Hélio numa loja para consertar o bagageiro (ficou joia e custo 100 pesos). Entre os pontos que visitamos, está a Plaza Almirante Brown, onde encontramos um posto de informação turística fantástico. A atendente, além de superatenciosa, tinha informação sobre tudo que perguntávamos, inclusive se havia alguma van ou ônibus que pudesse nos levar de Rio Grande até Tolhuin — o tornozelo da Sandra ainda estava ruim e ela não sabia se poderia arriscar pedalar 111 km até a próxima parada na viagem.

Por do sol em Rio Grande

Por do sol em Rio Grande

A resposta era sim: havia um serviço de vans que ligava Rio Grande até Ushuaia e fazia uma parada em Tolhuin, justamente na Panaderia La Unión, cujo dono oferecia um lugar para dormir gratuitamente para cicloturistas. Fomos até a companhia e descobrimos que havia vários horários ao longo do dia. Eles levavam a bicicleta também, mas teríamos que pagar uma passagem extra. No final das contas, a Sandra achou melhor não arriscar e seguir de van, enquanto eu e Hélio faríamos o percurso de bike.

Na manhão seguinte, acordamos às seis da manhã e saímos da pousada às 7:30. A Sandra ficou de pegar a van das 8:30, enquanto eu e Hélio seguimos pela estrada. Paramos num posto de gasolina na saída da cidade para calibrar os pneus e, depois, foram cerca de 4 km contra o vento. Por sorte, a estrada fez uma curva grande e acabamos com vento de cauda que nos acompanhou por boa parte da viagem. De início, a paisagem desolada do pampa continuou a mesma, com vislumbres ocasionais do mar, mas, ao longo do dia, a vegetação começou a mudar. A estepe começou a virar bosques e florestas, e o horizonte revelou montanhas.

Pampas

Pampas

Durante a viagem, sempre ficava de olho nas vans que passavam para ver se era a que estava levando a Sandra. Imaginava que se ela passasse e nos visse, pediria para o motorista buzinar ou algo semelhante. Mas durante todo o trajeto, apesar de ver vans da companhia, nenhum sinal dela. Comecei a ficar preocupado, embora pensasse que ela poderia não ter nos visto ou passado por nós quando estávamos fora da pista por algum motivo.

E mais pampas

E mais pampas

Na marca dos 72 km, o vento mudou novamente e voltamos a pegá-lo de frente. Vimos outra usina compressora de gás, desta vez da Camuzzi Gas del Sur, e paramos para comer. Os funcionários nos receberam bem, mas não foram tão calorosos quanto Fabian e seus colegas. Quando retornamos à estrada, o vento continuou forte e de frente — nosso progresso foi penosos, especialmente porque começaram a aparecer morrotes e, conseuqentemente, subidas. pareceia aquela piada sobre a Primeira Lei de Murphy para o ciclismo: não importa aonda você vá, será morro acima e contra o vento. A força contrária era tanta que, do outro lado do morro, quando achávamos que teríamos um descando porque era uma descida, a bicicleta ficava quase parada e éramos obrigados a pedalar para fazer a bike descer.

 

Usina de compressão de gás

Usina de compressão de gás

O italiano

O italiano

Nessa parte, cruzamos com outro cicloturista em sentido contrário: um italiano. Ele vinha de Tolhuin e tinha pernoitado na panaderia. Aproveitei para perguntar sobre a Sandra e ele confirmou que ela estava lá — havia chegado por volta das 10 h –, o que me deixou mais tranquilo. Seguimos e, depois dos 96 km, o vento diminuiu um pouco. Junto com a sinuosidade do percurso, isso permitiu que chegássemos a Tolhuin ainda com alguma energia.

Chegando...

Chegando…

Tolhuin!

Tolhuin!

Fomos recebidos pela Sandra logo depois da entrada e nos fartamos de facturas e medialunas na Panaderia La Unión.

111,56 km em um dia

111,56 km em um dia

 

Superseeds #67: The Trophy Room, part 1

24/08/2016

The Trophy Room, part 1 é o sexagésimo-sétimo artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, falo sobre uma campanha onde objetos mundanos conferem superpoderes, inspirada pela minissérie The Lost Room.

The Trophy Room, part 1 is the sixtieth-seventh installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I talk about a campaign in which mundane objects confer superpowers, inspired by The Lost Room miniseries.

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