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Superseeds #78: Greater than their Sum, part 3

15/09/2017

Greater than their Sum, part 3 é o septuagésimo-oitavo artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, termino a série sobre gestalts.

Greater than their Sum, part 3 is the seventieth-seventh installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I finish the series on gestalts.

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Superseeds #77: Greater than their Sum, part 2

24/08/2017

Greater than their Sum, part 2 é o septuagésimo-sétimo artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, continuo falando sobre gestalts.

Greater than their Sum, part 2 is the seventieth-seventh installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I keep on talking about gestalts.

Ciclocanadá

06/06/2017

Eu e Sandra estamos a ponto de começar a parte de pedal da nossa segunda cicloviagem: Canadá. Depois de ficarmos uma semana em Toronto, estamos partindo hoje para o parque nacional de Bruce Peninsula, onde devemos chegar no domingo.

Desta vez, quem nos acompanha é o casal de amigos que reside no grande norte: João e Celina. É a primeira cicloviagem deles e decidimos fazer da ocasião um projeto, batizado de 4Quadros (ou 4Frames, em inglês — tem aliteração nas duas versões; que maneiro!). Vamso alimentar o site com relatos, imagens e vídeos da empreitada. No momento, o site ainda não está completo, mas isso será corrigido em breve.

Dê um pulo lá e acompanhe a noss apequena aventura!

4Quadros

4Quadros/4Frames

Pedal patagônico: relatório

27/05/2017

Este post é uma compilação de alguns dados sobre a viagem.

Percurso

Total (El Calafate-Ushuaia): 1.000 km

Bicicleta: 598 km

Ônibus: 272 km

Carro: 98 km

Barca: 32 km

Duração

Total (El Calafate-Ushuaia): 28 dias

Pedalando: 9 dias

Progresso (pedal)

Médio: 66,44 km/dia

Maior trecho: 111 km (Rio Grande-Tolhuin)

Menor trecho: 49,40 km (Tolhuin-Lago Escondido)

Avarias

Fred: relação dianteira (no transporte no avião)

Sandra: disco de freio dianteiro (no transporte no avião)

Pneus furados: 0

Também procurei manter controle sobre gastos e peso dos itens, mas não fui tão preciso e completo nesses quesitos, por isso não os apresento aqui. Prometo ser mais cuidadoso na próxima viagem, que começa amanhã: Canadá!

Pedal patagônico: Trecho 3.3 – Lago Escondido –> Ushuaia

20/05/2017
Amanhecer no lago Escondido

Amanhecer no lago Escondido

Acordamos por volta das 5 da manhã e, pouco antes das 7, estávamos na estrada. Como anunciado pelo colega francês, a subida não era tão tenebrosa assim e, sem vento contrário, progredimos num ritmo satisfatório. A paisagem que acompanhava a subida era a do prórprio lago Escondido, que daquela altura,  aparecia em todo os eu esplendor. No caminho, encontramos com um grupo de cicloturistas que tínhamos visto pela primeira vez na pousada El Argentino, em Rio Grande: Ana Lia, seu marido Jorge Meji, os dois filhos do casal e o amigo Lucas Miller. Acabaríamos por seguir até Ushuaia em conjunto, algumas vezes à frente, outras atrás.

 

Lago Escondido (lago Khami ao fundo)

Lago Escondido (lago Khami ao fundo)

Chegando no passo Garibaldi

Chegando no passo Garibaldi

Quando alcançamos o famigerado passo Garibaldi, paramos para tirar fotos e registrar nossa conquista. Depois, seguimos para o outro lado, descendo para o vale. Na minha cabeça, seria uma descida constante até Ushuaia. Ledo engano. A estrada nos levou até o vale e de lá ainda foram uns 40 km até Ushuaia, com direito a algumas subidas íngremes no caminho, além de uma corrente partida, no caso do Christian. Por sorte, Jorge é um mecânico ceritificado pela Shimano e rapidamente resolveu o problema.

 

 

O vale

O vale

 

Com Christian Beiser, Ana Lia, Jorge Meji, Lucas Miller e as ciclistas de Ushuaia

Com Christian Beiser, Ana Lia, Jorge Meji, Lucas Miller e as ciclistas de Ushuaia

Seguimos aproveitando a paisagem do vale e, no caminho, encontramos três ciclistas de Ushuaia (Mirta Mores, Charo Zingoni e outra que nao peguei o nome), que costumam pedalar na região. Elas tinham preparo físico de dar inveja, como pudemos comprovar no breve período em que nos acompanharam no percurso. Quando chegamos no resort de ski Cerro Castor, decidimos parar para comer um cordeiro patagônico. As três seguiram viagem de volta a Ushuaia acompanhadas por Christian, que precisava chegar mais cedo devido a sua hospedagem.

Eu, Sandra e Hélio, mais Ana Lia e seu grupo almoçamos — devo confessar que não achei o tal cordeiro lá essas coisas — e continuamos na estrada para fechar os quilômetros que faltavam, dessa vez com vento contra, além das subidas. Mas apesar desse esforço final, chegamos ao Fim do Mundo, como as fotos abaixo podem comprovar.

O portal de Ushuaia

O portal de Ushuaia

Ushuaia

Ushuaia

Passaporte carimbado

Passaporte carimbado

Fim do mundo

Fim do mundo

Ficamos cinco dias em Ushuaia e conheçamos várias atrações da região, como o Parque do Fim do Mundo e a Estância Halberton (com direito à visita ào berçario de pinguins). Foi um final excelente para uma viagem incrível. Fomos  totalmente infectados pelo vírus do cicloturismo e passamos a planejar destinos possíveis para futuras viagens.

Este post marca o fim do percuso, mas farei uma postagem final com um resumo dos dados.

Superseeds #76: Greater than their Sum, part 1

18/05/2017

Greater than their Sum, part 1 é o septuagésimo-sexto artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, falo de um mundo os superseres, gestalts, são formados por fusões de vários indivíduos.

Greater than their Sum, part 1 is the seventieth-sixth installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I talkabout a world in which superbeings, gestalts, are formed by the fusion of several individuals.

A Bicicleta Púrpura/The Purple Bike

03/05/2017

Ontem à noite, dia 3 de maio de 2017, um taxista me atropelou quando eu voltava de um pedal. Sua roda prendeu meu pé e, por angustiantes segundos, achei que ele estilhaçaria meu tornozelo. No final, escapei com um escoriação feia, um edema, um corte e abrasões.

Esse foi o meu terceiro acidente sério envolvendo carros (sem contar finos, fechadas etc.) desde que comecei a usar a bicicleta como modal de transporte urbano em 1998. Um amigo que é ciclista recente já levou uma portada de um passageiro que saía de seu Uber e teve que engessar o braço.

Pensei no número de ciclistas que já devem ter passado por isso, mas cujas experiências não necessariamente são visíveis (se é que viram estatísticas) e me lembrei de uma condecoração norte-americana, o Purple Heart, agraciada a soldados que são feridos ou mortos em combate.

Por que não termos uma Purple Bike ou Bicicleta (ou Bike) Púrpura?

A ideia é ter um símbolo que quantifique o número de acidentes sérios nos quais o ciclista foi vítima. Por exemplo, eu teria três Bicicletas Púrpuras. Seria mais uma maneira de dar visibilidade ao perigo que aqueles que usam a bicicleta nas ruas brasileiras estão submetidos.

Só para deixar claro, não é para ser uma homenagem à imprudência, uma medalha de guerra ao carro ou um símbolo de mérito a sua indestrutibilidade. A ideia é outra, mais positiva.

Como não sou designer ou artista gráfico, improvisei duas versões usando imagens de domínio público. A primeira é mais fiel à inspiração original, mas é meio estranho chamá-la de Bicicleta Púrpura, já que a bike é branca. Na segunda, a bicicleta é da cor apropriada, no entanto o desenho não chama tanta atenção.

Deixo os arquivos psd e png disponíveis para quem quiser melhorar a ideia. Usem e abusem.

E que nenhum ciclista, daqui por diante, ganhe uma Bicicleta Púrpura!

 

 

 

Bike Púrpura, versão 1

Bike Púrpura, versão 1

Bike Púrpura, versão 2

Bike Púrpura, versão 2

Versão 1 – psd

Versão 2 – psd

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