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Patternbound: Chronicles of Amber by way of Godbound

31/01/2017

Lembra da introdução de Forcebound, onde disse que tenho o estranho hábito de adaptar sistemas de RPG para mestrar Guerra nas Estrelas? Então, também faço isso com Amber, a ambientação da série de romances Crônicas de Amber, do Roger Zelazny. E aqui, usei de novo o  Godbound, do Kevin Crawford.  Como seu predecessor, Patternbound não possui qualquer material ultrainovador — é mais uma gambiarra (olha essa gíria aí de novo) que serve de recurso para GMs que querem mestrar Amber com Godbound. Contudo, sinto um pouco de orgulho do meu sistema genérico de navegação nas Sombras. Diferentemente de Forcebound, esta adaptação teve um pouco de teste, porque comecei uma campanha há umas semanas e pude fazer algumas modificações nas regras.

Embora mencione os caosianos e até descreva Metamorfose como um Poder, você não vai encontrar Controle do Logrus aqui. Eu prefiro o ciclo do Corwin e o reli pela terceira vez para este projeto. Neste ciclo, não se menciona o Logrus e não aprendemos muito sobre as Cortes do Caos. Além disso, não vou reler o ciclo do Merlin agora e, assim, não poderia verificar se  as informações que lembro e oriundas de outros RPGs são válidas. Talvez, no futuro, eu escreva um Logrusbound.

Na página que hospeda o arquivo, você encontrará uma planilha de Excel chamada shadow_nav.xls. É uma maneira de mapeas as Sombras na sua campanha e leva em consideração as quatro dimensões dos eixos de navegação (Magia, Tec, Tempo e Estranho). Ela foi criada a partir das excelentes sugestões dos meus colegas da RPGnet neste tópico. Agradecimentos especiais ao Glyptodont, que inspirou a forma final da planilha.

No texto, faço referência a algumas fontes. Essas são as abreviações que uso: livro básico deluxo do Godbound (Gd), Non-Diceless Roleplaying in Limitless Shadows (Am). Estas marcações serão seguidas de números de página.

Finalmente, há spoilers nessa adaptação. Se você não leu os cinco primeiros romances, sugiro que você os leia antes de se enveredar por esse arquivo. Em termos de volume de texto, os cinco livros juntos são mais ou menos do mesmo tamanho que Guerra dos Tronos (888 páginas contra 807, respectivamente).

É isso! Agora siga adiante e experimente Patternbound!

Remember the intro to Forcebound, where I said I have this weird habit of adapting RPG systems to run Star Wars? Well, I also do that for Amber, the setting of Roger Zelazny’s Chronicles of Amber novels. And here again I do it with Kevin Crawford’s Godbound. Like its predecessor, Patternbound isn’t supposed to have any ultrainnovative material — it’s more a quick and dirty (there’s that expression again) resource for GMs wanting to run Amber with Godbound. I do feel a little bit of pride in my system-agnostic Shadow navigation mechanic, though. Unlike Forcebound, this one got a little playtest in that I started a campaign a few weeks ago and tweaked the rules a bit as a result.

Although I mention Chaosians and even describe Shapeshifting as a Power, you won’t find Logrus Mastery here. I much prefer the Corwin cycle and started rereading it for the third time for this project. In that cycle, we don’t learn about the Logrus or much anything about the Courts of Chaos. Plus, I won’t be reading the Merlin cycle again for now and so wouldn’t be able to verify the info I remembered and the one I plundered from other RPGs. Maybe in the future I’ll do a Logrusbound.

In the page that hosts this file, you’ll also find a link to an Excel spreadsheet called shadow_nav.xls. It’s a way to map the Shadows in your game that takes into account the four dimensions of the navigational axes (Magic, Tech, Time and Weird). It arose from the excellent advice my fellow RPGnetters gave me in this thread. Special thanks to Glyptodont, who inspired the final form of the spreadsheet.

Thoughout the text, I reference some sources. Here’s a key for the abbreviations: Godbound deluxe corebook (Gd), Non-Diceless Roleplaying in Limitless Shadows (Am). These will be followed by a page number.

Finally, there are spoilers in here. If you haven’t read the first five novels, I suggest you go do that before plunging into this file. Put together, the five books are about the size of A Game of Thrones, textwise (888 pages versus 807, respectively).

That’s it! Go ahead, essay Patternbound!

 

Superseeds #72: Carioca Cards: Reshuffle, part 3

26/01/2017

Carioca Cards: Reshuffle, part 3 é o septuagésimo-segundo artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, explico o que aconteceu com os ases e curingas da primeira edição entre 1993 e 2010.

Carioca Cards: Reshuffle, part 3 is the seventieth-second installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I explain what happened to the aces and jokers of the original installment between 1993 and 2010.

Superseeds #71: Carioca Cards: Reshuffle, part 2

30/12/2016

Carioca Cards: Reshuffle, part 2 é o septuagésimo-primeiro artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, estendo a história do Rio de Janeiro da série Wild Cards até 2010 .

Carioca Cards: Reshuffle, part 2 is the seventieth-first installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I extend the history of Wild Cards Rio de Janeiro up to 2010.

Forcebound: Star Wars by way of Godbound

08/12/2016

Tenho o estranho hábito de adaptar sistemas de RPG dos quais gosto para mestrar Guerra nas Estrelas. Fiz isso com o Unisystem e o PDQ, e agora também fiz com o jogo mais recente do Kevin Crawford. Forcebound foi montado de maneira abrupta ao longo de dois dias, por isso não espere encontras dicas inovadoras de conversão ou escolhas inspiradas de design (se você encontrar, cubra-me com elogios; de preferência, de maneira pública). Não há nada aqui que qualquer outro não pudesse ter feito se tivesse se dedicado à tarefa. A ideia era tornar minha vida, e a de meus colegas GMs, mais fácil, caso quiséssemos mestrar Guerra nas Estrelas com o sistema de Godbound. Claro, seria só uma questão de ler o livro e escolher o que você queria, mas isso comeria tempo da sessão de jogo. Agora que alguém já fez a maior parte do trabalho preliminar, você e seus amigos podem ir direto pro jogo.

Não entendo muito de mecânica e também não sou muito lá essas coisas em relação a equilíbrio. Além disso, esse material não testado em jogo. Então é provável que você ache algumas das minhas soluções, vamos dizer assim, inelegantes (“quick and dirty”, algo como “gambiarra”, é usado frequentemente no texto). A ficha das naves, por exemplo, é um tópico que poderia ser melhorado bastante. Mas tá tranquilo. Se você achar que há uma maneira melhor de fazer algo, use-a, mas me conta pra eu poder incluir sua solução em futuras iterações de Forcebound. Quero publicar essas novas versões, expandindo as notas para incluir adaptações verdadeiras, em vez de apenas dar novos nomes pras coisas. Contudo, não sei quando terei tempo. Certamente, poderia usar qualquer ajuda… (piscadela)

É isso. Dê uma olhada em Forcebound, critique, sugira, use o que quiser e divirta-se!

Finalmente, parabéns ao Kevin Crawford por ter criado um excelente jogo.

I have this weird habit of adapting RPG systems that I like to run Star Wars. I did it with Unisystem and PDQ, and now I have done it with Kevin Crawford’s most recent game. Forcebound was haphazardly put together in the course of two days, so don’t expect to find highly innovative conversion notes or inspired design choices here (if you do, shower me with praise, though; preferably, in a very public way). There’s nothing here that anyone else couldn’t do if they dedicated themselves to the task. The idea was to make my life, and those of my fellow GMs, easy, in case we ever wanted to run Star Wars with Godbound’s system. Sure, it would be just a question of going through the book and picking what you wanted, but that would take time from the session. Now that someone has done most of the preliminary work, you and your friends can jump straight into the game.

I’m not much of a mechanics guy and don’t have a very sharp eye for balance either. Also, none of this stuff has been playtested. So it’s probable you will find some of my solutions not to be, let’s say, elegant (“quick and dirty” appears often in the text). Starship stats, for example, seem to be a topic that can be much improved. And that’s OK. If you think there’s a better way to do something, use that, but tell me about it so I may include your solution in future iterations of Forcebound. I do intend to put those out, expanding the notes to include true adaptations, instead of just renaming things. I don’t know when I’ll have the time, though. I sure could use some help… (wink, wink)

That’s it. Take a look at Forcebound, criticize, suggest, use what you like, and have fun!

Finally, kudos to Kevin Crawford for creating such a nice little game.

Superseeds #70: Carioca Cards: Reshuffle, part 1

15/11/2016

Carioca Cards: Reshuffle, part 1 é o septuagésimo artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, retorno ao Rio de Janeiro da série Wild Cards.

Carioca Cards: Reshuffle, part 1 is the seventieth installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I return to Wild Cards Rio de Janeiro.

Superseeds #69: The Trophy Room, part 3

25/10/2016

The Trophy Room, part 3 é o sexagésimo-nono artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, termino a série inspirada por The Lost Room.

The Trophy Room, part 3 is the sixtieth-ninth installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I finish the series inspired by The Lost Room.

Superseeds #68: The Trophy Room, part 2

23/09/2016

The Trophy Room, part 2 é o sexagésimo-oitavo artigo da minha coluna na RPG.netSuperseeds. Neste, continuo falando sobre a campanha inspirada pela minissérie The Lost Room.

The Trophy Room, part 2 is the sixtieth-eigth installment of my RPG.net column, Superseeds. In this one, I keep talking about the campaign inspired by The Lost Room miniseries.

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